quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Esta é a resposta da SED através da Assessoria DIGP sobre o concurso público


Quanto ao item 13.9 do Edital, consultamos a Coordenação da ACAFE, que argumentou que esta é uma questão de segurança do próprio Concurso, uma vez que inúmeras reportagens jornalísticas têm denunciado a utilização de recursos tecnológicos para burlar a prova.
No dia seguinte ao da prova, a ACAFE disponibilizará em sua página a prova completa resolvida e, posteriormente, a consulta ao cartão-resposta do candidato.



Fonte: SINTE SC

Atenção professores/as aposentados/as!



segunda-feira, 28 de agosto de 2017

SINTE Chapecó participa de sessão solene em comemoração aos 100 anos de Chapecó


Na noite de quinta-feira, inúmeras entidades educacionais e sindicais foram homenageadas pela deputada estadual Luciane Carminatti. O momento foi oportuno para parabenizar a EEB Marechal Bormann pelos 87 anos de emancipação na cidade Chapecó.
                                          














Representantes das escolas estiveram reunidos


No final da tarde de quinta-feira, representantes estiveram reunidos para os informes e encaminhamentos. Entre eles, a articulação dos professores para a ida para Assembleia Estadual no dia 05 de setembro (terça-feira). Também um dos encaminhamentos importante, foi o agendamento de  rodas de conversas nas escolas sobre as possíveis mudanças referente ao Ensino Médio noturno a partir do próximo ano.
(O local da reunião encontra-se em reforma e por isso estava escuro)




 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 
 
 
 

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

O soco do descaso e do ódio: Basta de Violência nas Escolas e Redes Sociais

O dia de ontem foi marcado por inúmeras notícias e manifestações na internet, principalmente através das redes sociais, sobre a terrível agressão física sofrida pela Professora de Língua Portuguesa Marcia de Lourdes Friggi, 51 anos, que atua há 12 anos no magistério. Docente da rede estadual de ensino de Santa Catarina e contratada em caráter temporário (ACT) no município de Indaial, no Vale do Itajaí, para trabalhar numa unidade de Ensino de Jovens e Adultos (EJA).


Com o rosto ensanguentado Marcia relata que sente-se dilacerada, neste caso, não somente pela dor física, mas na alma e no coração. Hoje é cada vez mais comum que nossos educadores sofram todo tipo de agressões e assédio moral dentro das unidades escolas. Ora por alunos, pais e até mesmo os gestores dos seus locais de trabalho.
Ao dizer que o magistério brasileiro está abandonado pela mídia, a sociedade e o governo e que por isso “Todos ajudaram a deixar meu olho roxo”, ela mostra a realidade vivida pelos trabalhadores em educação. A precarização da profissão de professor.
Em Santa Catarina atualmente 52% da rede Estadual é composta por trabalhadores temporários, profissionais transformados em horistas, que se obrigam a dar aulas em várias escolas para terem uma renda mínima para seu sustento, deixando de lado o vínculo político-pedagógico com a comunidade escolar, com as famílias dos estudantes.
Ao ser um servidor efetivo o educador poderia estar sempre presente nesta mesma unidade, convivendo a realidade local, suas especificidades e principalmente seus problemas sociais. Pois a educação não serve apenas para decorar livros didáticos, mas para transformar vidas através do ensino e de um debate livre, democrático e sem preconceitos. Na contramão deste quesito básico que consta da LDB, Lei de Diretrizes e Bases, o Governo de SC abre concurso público para contratação de pouco mais de 500 professores.
Não bastasse todo sofrimento de Márcia, a professora agora está sendo alvo da violência moral dos defensores do deputado Jair Bolsonaro, que estão hostilizando a profissional e debochando das agressões pelo fato de a professora ser de esquerda e ter compartilhado material relativo à ovada que o deputado levou na semana passada. Comparando uma ação política e simbólica de uma ovada a um político, ao uma grave agressão física contra um ser humano, seja ele de qualquer ideologia política.
O oportunismo do ódio vem se alastrando a passos largos nas redes, cada frase mencionada por um militante da esquerda é rapidamente rebatida com ofensas pessoais, palavrões e juízos de caráter, mostrando o quanto a situação do Brasil está preocupante, pois vamos caminhando em direção ao fundamentalismo e a intolerância sem precedentes.
Em entrevista a BBC Brasil, Marcia disse: "Estou estarrecida. Certas pessoas estão escrevendo que eu merecia isso, por meu posicionamento político de esquerda, de feminista. Já atingiram o meu olho, mas não vão me calar. Na sala de aula é uma coisa, mas nas redes sociais tenho todo o direito de me expressar", afirmou a professora, que se desdobra em dois empregos, nas redes municipal e estadual, para sustentar a família. "Exerço uma das profissões mais dignas do mundo, com um salário miserável".
 
O SINTE SC, entidade que representa os trabalhadores em educação do Estado de SC, declara todo apoio a Professora Marcia Friggi, nossa filiada, militante e lutadora, reafirmamos sua palavra de que não vão nos calar, que vamos cobrar desse Governo uma política de segurança permanente aos seus trabalhadores e estudantes, pois até agora o que este Estado fez foi retirar os vigilantes das unidades escolares, deixando todos a mercê da violência.
 
Vamos lutar também com você professora contra todo ódio, manifestações de intolerância, machismo e desrespeito a sua dor, como uma mulher brasileira que dedica sua vida a educação.
 
Saiba que esta entidade está a sua disposição para juntos fazermos o enfrentamento político e jurídico, se necessário, contra os ataques verbais, físicos ou morais pelos quais está passando, nessa vergonhosa onda intolerante pela qual vem passando nosso país.
#SOMOSTODOSMARCIA


Por

Graciela Caino Fell
Jornalista
Assessora de Imprensa SINTE/SC

domingo, 20 de agosto de 2017

Reunião de representantes das Escolas é na próxima quinta-feira


Dia 24 quinta-feira as 17h30 na sala do  SINTE (rua porto alegre, sala 304) acontecerá uma importante reunião com os representantes das escolas com a seguinte pauta:

- Informes
- análise de conjuntura
- Concurso Público e Reformas
- Municipalização
- Encaminhamentos.



Curso de formação sindical e politica: 3º encontro com o tema Economia Politica em Chapecó, com Milton Pomar

 Um dia marcado de debate e apropriação de conhecimentos compreender a politica/economia e seus desdobramentos, causas e intenções no mundo do trabalho. Muito proveitoso o dia de estudo.  Parabéns a todos/as que se desafiam a estudar no sábado.














sábado, 19 de agosto de 2017

Asembleia estadual, dia 05 de setembro


SINTE SC protocola ofícios na SED pedindo esclarecimentos e audiência


Nos documentos as pautas principais foram o Concurso Público do Magistério e a Municipalização

O Sindicato protocolou na tarde de ontem dois ofícios na Secretaria da Educação, o primeiro se trata do Concurso Público do Magistério em 2017, no documento a entidade pede a retificação do edital, afirmando que Mais uma vez foi publicado um edital sem antes ouvir as propostas e sugestões do sindicato, que poderiam contribuir para um processo mais justo e com menos problemas que os verificados em processos anteriores.
Por isso, o sindicato quer a retificação do Edital 2271/2017/SED, para que contemple os pontos já divulgados na Nota Oficial da entidade.
Sobre a municipalização o SINTE ressaltou no documento que a qualidade da educação é preocupação primordial dos Trabalhadores em Educação e da entidade. Infelizmente temos verificado a insistência, por parte desta Secretaria, em se desresponsabilizar pelo ensino fundamental. Esta questão fica ainda mais exposta diante das continuas denúncias que temos recebido de diversas escolas, especialmente das regionais de Joinville, Criciúma e Lages.
Diante da crescente preocupação e apreensão das comunidades escolares com a discussão sobre municipalização de algumas escolas estaduais, com o consequente remanejamento dos alunos e professores para outras unidades escolar, o SINTE solicitou o agendamento de uma audiência para tratar sobre o que está sendo encaminhado pela SED referente a municipalização, fechamento de escolas, além da transferência para outros órgãos ou entidades.

Jornal Mural: CNTE denuncia ingerência do CONFEF/CREFs nas escolas de educação básica


A Educação Física sofre ataques desde a edição da Lei 9394/1996, que se itensificaram com o debate da Reforma do Ensino Médio proposto pelo governo golpista de Michel Temer – com a grave ameaça de retirá-la do currículo escolar. Mais recentemente os professores da disciplina enfrentam intensa pressão para se registrarem no Sistema CONFEF/CREFs (Conselho Federal de Educação Física e Conselhos Regionais).
Além da ingerência indevida, amparada pela Resolução CONFEF no 316/2016, o Sistema atua em verdadeiro lobby junto às secretarias estaduais e municipais de educação, para assegurar a exigência de registro profissional na realização de concursos públicos para o magistério.
Denúncias têm sido feitas, em várias regiões do país, acerca da fiscalização coercitiva nas escolas, que infringe as normas emitidas pelo Conselho Nacional de Educação, órgão legítimo de regulamentação das licenciaturas e do exercício da docência no Brasil. A ação gera, ainda, dentre os inúmeros problemas, casos de profissionais inscritos na dívida ativa.
Para combater as infrações, os movimentos nacionais contra a regulamentação da profissão no Sistema CONFEF/CREFs tentam anulá-las, na luta em defesa dos educadores físicos.
Impactos nos currículos das escolas
Há casos em que o Conselho Regional de Educação Física se arvorou no direito de se intrometer em
assuntos de natureza pedagógica, com sugestão sobre quais níveis de ensino deveriam ser ofertados
as aulas de educação física nas escolas da região e que tipo de profissional deveria ministrá-las.
Não cabe aos órgãos de controle do exercício de profissões estabelecer normas sobre currículo, inclusive carga horária, ou conteúdos, intensidade ou abrangência de qualquer componente curricular.

Para saber mais detalhes, acesse a versão online do Jornal Mural sobre o tema que será distribuído para escolas de todo o país.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Nota de falecimento

É com tristeza e pesar que comunicamos o falecimento do pai dos professores Lourdes Mazzioni Belinski, Liseu e Alceu Mazzioni, o Luiz Fernando Mazzioni, na tarde de ontem (16).  O velório está acontecendo na casa do idoso na comunidade de Fernando Machado, Cordilheira Alta. O sepultamento será  hoje dia 17, 15 horas, no cemitério de Fernando Machado. Condolências a família. 

Concurso Público: retifica já..

O SINTE SC sempre lutou pela realização de Concurso Público, o tema é pauta de reivindicação da entidade em todas as reuniões e negociações, porém, o Governo tem como prática negar qualquer benefício ao magistério, quando finalmente abre a possibilidade de efetivação de trabalhadores em educação na rede estadual, apresenta um edital totalmente fora da realidade das unidades escolares.
Por isso #RetificaJá
- Porque queremos a retificação do edital:
* Omissão da quantidade de vagas disponíveis nas unidades escolares: O Governo possui no quadro da educação 52% de ACts (cerca de 22 mil trabalhadores temporários), porém oferta menos de 5% da necessidade real da rede pública estadual, ou seja, segundo o edital pouco mais de 500 vagas, sendo que no processo de remoção 2016, havia próximo de 3 mil vagas excedentes (e ainda faltava muitas vagas), Esse número oferecido hoje não resolve a situação precária dos professores/as, bem como, a falta de profissionais, demonstrando assim, um concurso caça níquel, com alto valor de inscrição (R$100,00) para arrecadar fundos a uma entidade privada, a ACAFE.
* Os passos deste Edital estão errados: Lançar as vagas sem remoção e alterações definitivas, ainda mais antes de terminar as inscrições do concurso, não demonstra transparência no processo, pois neste caso, professores que se inscreverem em determinada gerência cuja vaga terá remoção poderá este professor ficar sem a vaga, enquanto outra gerência poderá ter mais vagas devido as remoções e alterações. Por isso, Todas as vagas excedentes devem ser disponibilizadas para remoção, alteração de carga horária e as remanescentes com carga horária segundo os módulos de 20, 30 e 40 horas, para serem preenchidas pelos aprovados no concurso público, sem prejudicar os atuais efetivos .
* Efetivação de apenas 10 horas:  As vagas deveriam ser ofertadas conforme a carga horária disponível nas escolas. Ao efetivar-se com 10 horas, o/a trabalhador será prejudicado na solicitação de remoção, gozo de licença prêmio e aposentadoria. Cabe ressaltar que os salários de R$ 644,00 para jornada de 10 horas e R$ 1.288,00 para jornada de 20 horas impedem que os professores se dediquem às aulas no estado, os obrigando a adquirirem mais contratos de tempo parcial para garantirem a suas mínimas condições de subsistência, o que precariza a vida dos docentes.
* A inscrição só é feita para um (1) cargo: Grande parte da categoria possui habilitação em mais de uma (1) área do conhecimento, sendo assim, o Governo cerceia a possibilidade do candidato a ter mais chances de efetivação.
O SINTE/SC não aceita mais as farsas promovidas por Colombo e Deschamps e vem a público denunciar as falácias de um Governo sem moral (com pedidos de impeachment nas costas) que engana a população catarinense, ao anunciar um concurso público com número de vagas insignificantes diante das necessidades da educação Catarinense.
RETIFICAR o edital deve ser nossa luta, pois o último concurso de remoção mostrou quase 3 mil vagas excedentes, contudo, este prevê pouco mais de 500 vagas para professores. Exigimos que a Secretaria de Educação divulgue o número de vagas reais existentes na Rede Estadual e a abertura de vagas para a área 2 (do 6º ao 9º ano), devido ao grande número de ACTS nestas turmas, mostrando um descaso desse Governo com as séries finais do ensino fundamental.


 Fonte: SINTE SC

Escola sem partido em debate

No tarde de ontem (16) aconteceu na Rádio Chapecó, o debate sobre a Escola Sem Partido. Representantes do SINTE, Zigue, Aldoir, e demais participantes,  Lizeu Mazzioni e o professor Wiliam Simões contribuíram para o debate, que virou uma rica conversa, pois os favoráveis ao projeto da Escola Sem Partido não conseguiram se fazer presente. Um novo debate está marcado para a próxima sexta feira com representes de ambas as partes. 





Lideranças do SINTE SC participam de curso do DIEESE

Nos dias 16 e 17, representes do SINTE de várias regionais inclusive de Chapecó, participam do curso Marketing Sindical, da Escola de Formação do Departamento Intersindical de Estatísticas  e Estudos Socioeconômicos  - DIEESE, ministrado pelo Milton Pomar. O curso acontece em Chapecó no sindicato dos Públicos Municipais -SITESPM. 











Convênios médicos - valores - União Sindical